quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Adeus, talvez para sempre

Às vezes me parece
que meu coração é puro vidro,
que sendo fino e frágil,
com prazer o destroís
a todo instante.

Quando estás perto,
me magoas,
quando estás longe,
me feres.

Antigamente,
eu achava que me amavas,
mas hoje,
parece que me odeias.
e eu tento te esquecer,
completando assim a destruição de nossa amizade.

Nossa amizade
antes tão bela,
é agora triste rivalidade.

Não dá mais para voltar atrás:
acabou-se nossa amizade.
Doí-me dizer-te adeus,
doí-me deixar de te mar,
mas não vou mais chorar.

Adeus, talvez para sempre.

(Romance aos 13anos: platônico, confuso e incompleto... Ao mesmo tempo tão puro e tão belo...)

Nenhum comentário: