Às vezes me parece
que meu coração é puro vidro,
que sendo fino e frágil,
com prazer o destroís
a todo instante.
Quando estás perto,
me magoas,
quando estás longe,
me feres.
Antigamente,
eu achava que me amavas,
mas hoje,
parece que me odeias.
e eu tento te esquecer,
completando assim a destruição de nossa amizade.
Nossa amizade
antes tão bela,
é agora triste rivalidade.
Não dá mais para voltar atrás:
acabou-se nossa amizade.
Doí-me dizer-te adeus,
doí-me deixar de te mar,
mas não vou mais chorar.
Adeus, talvez para sempre.
(Romance aos 13anos: platônico, confuso e incompleto... Ao mesmo tempo tão puro e tão belo...)
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